Resenha | John Wick: Um Novo dia Para Matar

Keanu Reeves é um ator cuja sua carreira vive altos e baixos, conhecido mundialmente por estrelar filmes como Velocidade Máxima, Caçadores de Emoção e The Matrix, Reeves é um ator versátil e já fez comédias, dramas, romances, suspenses ou seja, filmes de todos os gêneros, mas foi em filmes de ação que ator de 52 anos se destacou mais e mesmo tendo ficado marcado para sempre por ter vivo o hacker Neo em Matrix só agora ele parece ter encontrado o papel perfeito, o personagem de sua vida, o assassino letal John Wick.

Em 2014 Reeves se uniu a dupla Chad Stahelski e David Leitch para dar vida ao que tudo indicava ser mais um filme de ação qualquer com a cara do ator no cartaz. Eis que somos apresentados a um dos personagens mais legais do cinema moderno. Com o singelo titulo “John Wick” (“De Volta ao Jogo” no Brasil, afff), o longa chegou aos cinemas americanos e foi bem recebido pelos críticos e pelo público. O que parecia ser mais outro filme qualquer do ator, mostrou ser um retorno majestoso do astro aos filmes de ação. Não demorou muito e uma continuação foi anunciada e “John Wick: Chapter 2 (John Wick: Um Novo dia Para Matar no Brasil, afff novamente), chegou aos cinemas em fevereiro de 2017 e como seu antecessor um roteiro enxuto e direto recheado de ótimas sequencias de ação repletas de tiros e mortes fez com que o filme fosse bem aceito pelo publico e pela crítica.

No primeiro John Wick, somos apresentados ao implacável, porem aposentado matador de aluguel vivo por Reeves que volta a ativa por vingança. Junto com sua historia Wick nos mostram que existe um mundo paralelo ao nosso cheio de códigos e regras onde os matadores, criminosos e mafiosos habitam, tudo é mostrado de maneira direta sem muitas explicações e coube ao segundo filme explorar toda essa mitologia cheia de símbolos e referencias.

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A caçada de John por vingança continua e fica cada vez mais nítido que ele não vai parar de matar até que todos o deixem em paz. Como já era esperado, o submundo dos matadores é melhor explorado, mas não espere muito porque Chad Stahelski não perde tempo com explicações exageradas e desessenciarias, o foco do filme sempre foi as cenas de ação coreografas que são de encher os olhos, tudo que deu certo no primeiro foi melhorado no segundo, se Reeves que já parecia estar bem a vontade no primeiro, se mostra cada vez mais encorporado ao personagem.

John Wick: Um Novo dia Para Matar não perde tempo com tramas complexas cheias de reviravoltas, a exemplo de Mad Max: Estrada da Fúria, o longa tem sua historia contada através da ação, os diálogos são curtos e rápidos, Keanu Reeves quase não fala durante os mais de 120 minutos. Era de filmes assim que que o bom e velho cinema precisava, além de ter um terceiro filme já em andamento John Wick já está fazendo escola, ainda esse ano vamos ter o thilher de ação e espionagem Atômica (Atomic Blonde), estrelado pela bela Charlize Theron e dirigido por David Leitchque co-dirigiu o primeiro John Wick e produziu o segundo. Depois de ver os trailers de Atômica fiquei imaginando que os personagens poderiam se encontrar em um futuro não muito distante.

Na minha singela opinião John Wick é o mais novo nome de peso dos filmes de ação, e gostaria que ele e sua historia rendessem muitos filmes.

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